A CPFL Transmissão acaba de ampliar seu portfólio de soluções móveis para garantir agilidade e segurança no atendimento a emergências em subestações de energia elétrica. A empresa passa a contar com o Energy Box, um novo equipamento desenvolvido após as lições aprendidas com a enchente de 2024 no Rio Grande do Sul.
Com investimento de aproximadamente R$ 1 milhão, o Energy Box foi projetado para manter o funcionamento de sistemas essenciais — como Proteção, Controle, Supervisão e Telecomunicações — em situações críticas.
Instalado em um container metálico móvel, o equipamento reúne transformador, sistemas de baixa tensão, retificador, baterias, climatização e dispositivos de supervisão. Toda essa estrutura foi pensada para permitir transporte rápido, instalação simples e operação flexível em diferentes regiões.
“Essa aquisição fortalece a resiliência operacional da CPFL Transmissão e reafirma nosso compromisso com inovação, confiabilidade e excelência na gestão dos ativos do sistema elétrico”, afirma Júlio de Azambuja Borges, gerente de Engenharia de Manutenção.
O Energy Box se soma aos investimentos já realizados em 2025, quando a CPFL Transmissão adquiriu Módulos Híbridos, equipamentos móveis destinados à alta tensão. Foram mais de R$ 3 milhões aplicados em estruturas que podem ser instaladas em até 72 horas, graças ao formato compacto e totalmente transportável.
Os Módulos Híbridos reúnem, em uma única plataforma, equipamentos tradicionais e modernos — sem necessidade de desmontagem ou obras civis complexas — garantindo maior rapidez na recomposição do sistema em cenários emergenciais.
“Tanto o Energy Box quanto o Módulo Híbrido ampliam nossa capacidade de resposta e reduzem o tempo de recomposição quando estruturas fixas são afetadas. É mais um avanço importante na melhoria contínua da Operação e Manutenção da Transmissão”, reforça Júlio Borges.
O cenário para os próximos anos é bastante positivo. O Conselho de Administração da CPFL Energia aprovou o Plano de Investimentos 2026–2030, que prevê R$ 31,1 bilhões para os negócios já existentes. Desse total, R$ 4,5 bilhões ao de transmissão.
Em 2025, o negócio de transmissão registrou EBITDA consolidado de R$ 866 milhões e lucro líquido de R$ 269 milhões, reforçando a solidez operacional da empresa e a importância dos investimentos contínuos em tecnologia e infraestrutura.