A CPFL Piratininga reforçou as ações de combate a fraudes e furtos de energia na Baixada Santista. As equipes identificaram manipulações em medidores, desvios de energia e ligações clandestinas, que resultaram em flagrantes, prisões e registros de ocorrência policial.
Em Santos, 3 ações em comércios resultaram em flagrantes. Em uma loja popular no centro, a equipe encontrou um desvio de energia embutido na alvenaria.
Ainda no centro, o dono de uma adega e de um cortiço foi autuado com com a retirada do ramal de serviço para regularização de débitos.
Um ferro velho e mais um cortiço foram autuados também no centro. Neste local o dono havia feito uma ligação direta sem o medidor. O proprietário foi preso em flagrante.
As equipes da distribuidora regularizaram todas as medições e irão calcular a quantidade de energia desviada. Os valores correspondentes serão repassados aos responsáveis pelas fraudes.
A ação de combate a fraudes e furtos foi acompanhada da Polícia (Divulgação: CPFL Piratininga)
Inspeções como essas têm sido intensificadas pela CPFL Piratininga, com o apoio das autoridades policiais, com o objetivo de coibir as ligações clandestinas e manipulações de medidores de energia. A companhia investe continuamente em tecnologias de monitoramento e detecção de fraudes, como o uso de inteligência artificial para orientar operações mais assertivas e sistemas de medição blindada para grandes clientes.
Além de sobrecarregar as redes elétricas e deixar o sistema de distribuição vulnerável a interrupções no fornecimento, o furto de energia coloca vidas em risco devido à possibilidade de choques elétricos. Vale lembrar que fraudar ou furtar energia é crime, conforme o Código Penal, com pena de um a quatro anos de detenção.
Fraudadores também são cobrados pelas tarifas referentes ao período em que ocorreu o furto, acrescidas da devida multa. Além disso, as fraudes e furtos podem encarecer a conta de energia para todos, pois a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) distribui parte dos prejuízos causados pelas “perdas comerciais” para a tarifa da distribuidora, durante as revisões tarifárias.
Riscos e crime: Fraudar energia pode causar choques, incêndios, queima de aparelhos e comprometer o fornecimento de todo o bairro. Além disso, é crime previsto no Código Penal, sujeito a pena de 1 a 4 anos, multa e ao pagamento do consumo utilizado sem registro.