Programa P&DI
Programa P&D
Saiba maisTransformando desafios do setor elétrico em soluções para o futuro da energia
O objetivo do Programa de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PDI) da ANEEL é promover a inovação e o desenvolvimento tecnológico do setor elétrico brasileiro, investindo em temas como eletrificação da economia, digitalização, inteligência artificial, armazenamento de energia e modernização do sistema elétrico.
Mais do que financiar projetos, o programa busca fortalecer a inovação como instrumento de transformação do setor elétrico e da sociedade. Para isso, incentiva iniciativas capazes de gerar conhecimento, desenvolver novas competências e acelerar a aplicação de soluções inovadoras.
Diretrizes do PDI ANEEL:
Transformação do Setor Elétrico
Desenvolvimento Sustentável
Liderança na Transição Energética
Desenvolvimento de Competências
Soluções para o Mercado
Políticas Públicas e Regulação
Como os projetos são avaliados
O Manual de PDI da ANEEL evoluiu de uma avaliação baseada em critérios individuais dos projetos para uma abordagem focada nos resultados do portfólio de inovação. Nesse modelo, os resultados são acompanhados por meio dos Key Results (KRs), que ajudam a medir a capacidade da empresa em gerar valor, conhecimento, aplicação prática e impacto para o setor elétrico.
Resultados e informações do programa
Na CPFL, o PDI ANEEL é um dos principais motores da nossa jornada de inovação, conectando diversos atores na busca por soluções com potencial de gerar valor para clientes, comunidades e para o setor elétrico.
Em 2025, investimos R$ 54 MM através do PDI ANEEL, em 41 projetos de diferentes temas, conectando pesquisa, tecnologia e inovação para impulsionar a transformação do setor elétrico. Conheça nosso portfólio completo aqui.
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Entre em contato com nossa equipe de inovação e faça parte dessa transformação.
Projetos em andamento
Energia para uma operação mais segura e eficiente
A segurança das equipes está no centro das operações da CPFL. Com investimento de R$ 15,3 milhões e duração prevista de 45 meses, o projeto Comportamento Seguro utiliza inteligência artificial e análise de imagens para identificar comportamentos de risco durante atividades em campo. Neste projeto foram desenvolvidos uma Plataforma Web com inteligência artificial para apoio as atividades do nosso COSEG (Centro de Operações de Segurança), um aplicativo para execução das APRs (Análise Preliminar de Riscos) e diferentes modelos de protótipos de Smartcam, câmeras 3D e 2D embarcada com edge computing e inteligência artificial para detecção de desvios em tempo real. A iniciativa busca apoiar a prevenção de acidentes, ampliar a proteção dos profissionais e fortalecer uma cultura cada vez mais orientada à segurança nas operações do sistema elétrico.
Parceira: Kasco AI
A convivência entre infraestrutura elétrica e meio ambiente exige soluções inovadoras. Com investimento de R$ 5,3 milhões e duração de 51 meses, o projeto DAP desenvolve um dispositivo capaz de evitar o pouso de aves em torres de transmissão, reduzindo interferências na operação e contribuindo para a preservação da fauna. A expectativa é aumentar a confiabilidade da rede e minimizar ocorrências provocadas pela interação de animais com equipamentos energizados.
Parceiras: FUPF e Volcor
Manter a vegetação afastada da rede elétrica é essencial para a continuidade do fornecimento de energia. Com investimento de R$ 4,8 milhões e duração prevista de 38 meses, o projeto aprimora um equipamento mecanizado para manejo de vegetação em áreas rurais, incorporando recursos de sensoriamento e segurança operacional. A solução busca aumentar a produtividade das equipes, reduzir riscos e prevenir interrupções causadas pelo contato de árvores com a rede elétrica.
Parceira: FUPF
Antecipar conflitos entre vegetação e rede elétrica pode evitar falhas e tornar a manutenção muito mais eficiente. Com investimento de R$ 9,1 milhões e duração de 48 meses, o SIPIV utiliza inteligência artificial, imagens aéreas e georreferenciamento para identificar áreas de risco, priorizar intervenções e otimizar o planejamento das podas. O resultado esperado é uma rede mais confiável, com menor incidência de interrupções e melhor gestão dos recursos de campo.
Parceiras: UNISINOS e UnB
A corrosão é um dos principais fatores de degradação de estruturas de transmissão. Com investimento de R$ 4,8 milhões e duração de 42 meses, este projeto desenvolve um revestimento polimérico de alta resistência para aplicação em torres metálicas, aliado a um sistema de monitoramento das condições dos ativos. A iniciativa busca ampliar a vida útil das estruturas, reduzir necessidades de manutenção e aumentar a confiabilidade da infraestrutura elétrica.
Parceira: Senai
Pequenos componentes podem fazer grande diferença para a proteção dos equipamentos da rede elétrica. Com investimento de R$ 6,8 milhões e duração de 24 meses, o projeto desenvolve novas coberturas protetoras para ativos de média e baixa tensão. A iniciativa pretende reduzir falhas operacionais, aumentar a segurança e promover soluções mais sustentáveis para a operação.
Parceiras: LACTEC e ASW
Detectar uma falha antes que ela aconteça é uma das formas mais eficazes de garantir a qualidade do fornecimento de energia. Durante os últimos 10 anos, a CPFL Energia buscou desenvolver e aprimorar soluções que previnam a falha dos ativos antes delas ocorrerem. Nesse sentido, o projeto Thermovision passou por duas fases em que se desenvolveu a metodologia e definição dos equipamentos necessários para atender a esta demanda. Assim, com investimento de R$ 5,7 milhões e duração de 22 meses, o Thermovision III busca ampliar a adoção da tecnologia de inspeção termográfica desenvolvida pela CPFL, bem como inserir no mercado a solução desenvolvida afim de prospectar novos clientes. A solução permite identificar anomalias de forma preventiva a partir da combinação entre aprendizado de máquina, inteligência artificial e uso de imagens termográficas, reduzindo interrupções e aumentando a confiabilidade da rede elétrica.
Parceira: Kasco AI
Energia mais inteligente e digital
A inspeção de ativos de transmissão está se tornando cada vez mais inteligente e automatizada. Com investimento de aproximadamente R$ 5 milhões e conclusão prevista para 2027, o projeto utiliza drones e inteligência artificial para avaliar o estado de torres e componentes das linhas de transmissão. A solução busca aumentar a precisão das inspeções, reduzir riscos para as equipes e melhorar a eficiência das atividades de manutenção.
Parceiras: INESC Brasil e FoxIot
A expansão da geração distribuída exige redes mais inteligentes e preparadas para receber novas conexões. Com investimento de R$ 14,1 milhões e duração de 48 meses, o projeto desenvolve metodologias e ferramentas automatizadas para avaliar a capacidade das redes da CPFL em acomodar novas fontes de geração, bem como a necessidade de reforços de rede. A iniciativa contribuirá para acelerar conexões, otimizar investimentos e apoiar a expansão da energia distribuída.
Parceiras: ERA e Unicamp
A proteção dos sistemas elétricos gera diariamente grandes volumes de dados que podem revelar oportunidades de melhoria. Com investimento de aproximadamente R$ 4,9 milhões e duração de 24 meses, o projeto utiliza inteligência artificial para analisar o desempenho dos sistemas de proteção da rede e prever comportamentos futuros. O objetivo é aumentar a confiabilidade operacional, antecipar falhas e apoiar decisões mais assertivas. Por meio do desenvolvimento de um software que une o conhecimento técnico da equipe CPFL com as tecnologias disponíveis para aumentar a eficiência em estudos de proteção da rede.
Parceira: Sinapsis
Entender que cada clientes tem um perfil comportamental é essencial para construir relacionamento com o cliente e atendê-lo com assertividade. Com investimento de R$ 11,8 milhões e duração de 36 meses, o projeto desenvolve modelos avançados de segmentação utilizando inteligência artificial, dados comportamentais e análises preditivas. A iniciativa busca gerar insights mais precisos, apoiar decisões de negócio e criar experiências cada vez mais aderentes aos diferentes perfis de clientes.
Parceiras: PwC e Eldorado
Tomar decisões mais inteligentes sobre investimentos e manutenção é um passo fundamental para o futuro da infraestrutura elétrica. Com investimento de R$ 37 milhões e duração de 38 meses, o projeto implementa uma gestão de ativos baseada em risco, apoiada por sensores, dados integrados e tecnologias digitais. A iniciativa permitirá direcionar recursos de forma mais eficiente, aumentar a confiabilidade dos ativos e fortalecer a gestão estratégica da rede elétrica.
Parceiras: Sinapsis, Venturus e In Forma.