A CPFL Piratininga reforça seu compromisso com a segurança e a continuidade do fornecimento de energia, alertando a população e parceiros sobre os riscos de queimadas e os impactos climáticos previstos para este ano. De acordo com a Climatempo, o rápido fortalecimento do fenômeno El Niño deverá atingir forte intensidade no inverno de 2026, alterando os padrões de circulação atmosférica. Na região Sudeste, esse fenômeno tende a dificultar a chegada de frentes frias prolongadas, agravando a baixa umidade típica da estação e criando um cenário altamente propício para a rápida propagação de queimadas.
“A região Sudeste – e em particular o estado de São Paulo – está entrando em um período crítico, e os modelos indicam episódios de temperaturas anômalas e bloqueios atmosféricos que vão secar drasticamente a vegetação", alerta Pedro Regoto, Head de Operações Meteorológicas da Climatempo, ao ressaltar que é importante entender que o fogo não precisa tocar a rede elétrica para causar danos. A combinação de ar seco, calor extremo gerado pelas chamas e fortes ventos, comuns na estação, já é suficiente para criar colunas térmicas que podem causar perturbações ao sistema. “Por isso, integrar a inteligência climática ao monitoramento preventivo é essencial para antecipar a resposta antes que o fogo se alastre.”
As queimadas próximas às redes elétricas representam riscos significativos, como interrupções no fornecimento de energia devido a danos em cabos e equipamentos. Para reduzir o número de ocorrências provocadas por queimadas, a CPFL Piratininga realiza periodicamente a limpeza de faixas de servidão, poda de árvores e arbustos e remoção da vegetação ao redor dos postes. A empresa também intensifica inspeções para identificar e mitigar riscos potenciais.
“A CPFL Piratininga está reforçando todas as suas frentes de prevenção para o período mais crítico do ano. Além das ações de manutenção e inspeção da rede, estamos ampliando o trabalho de conscientização junto à população, ao poder público e aos setores produtivos para reduzir os riscos de queimadas e seus impactos no fornecimento de energia. A prevenção é o caminho mais eficaz para proteger as pessoas, o meio ambiente e garantir a continuidade de um serviço essencial”, afirma Osvanil Oliveira Pereira, diretor-presidente da CPFL Piratininga.
Na área de concessão da CPFL Piratininga, em 2025 foram registrados 159 focos de queimadas, sendo 88 no primeiro semestre. No mesmo período de 2026, esse número caiu para 46 ocorrências, uma redução de quase 48%. Na Baixada Santista, em 2025, foram registradas 66 interrupções no fornecimento de energia relacionadas a focos de incêndio. Na comparação entre o primeiro semestre do ano passado e o deste ano, as ocorrências passaram de 50 para 17, representando uma redução de 66%. Embora os indicadores apontem queda, a CPFL Piratininga destaca que o cenário ainda exige atenção permanente e o fortalecimento das ações preventivas, especialmente durante os períodos mais secos e de temperaturas elevadas. Isso porque, mesmo quando as chamas não atingem diretamente a rede elétrica, o calor intenso pode provocar curtos-circuitos, rompimento de cabos e interrupções no fornecimento de energia. Além disso, a fuligem transportada pelo vento e o grande volume de fumaça também podem provocar transtornos.
Além das ações de campo, a concessionária promove campanhas educativas e ressalta que a prevenção de incêndios é responsabilidade de todos. Ao adotar medidas de segurança, é possível evitar acidentes e preservar o meio ambiente.
“A prevenção e a conscientização são fundamentais para reduzir riscos à população, ao meio ambiente e à infraestrutura elétrica. Seguimos monitorando as áreas mais sensíveis da nossa área de concessão e atuando preventivamente para assegurar a confiabilidade do sistema elétrico e a segurança de todos”, complementa Osvanil.
Mais dicas sobre segurança com a rede elétrica podem ser consultadas no site https://guardiaodavida.com.br
(Divulgação/CPFL Energia)