Nos dias 30 e 31 de julho, a CPFL Paulista realizou uma megaoperação no município de Franca em que foram vistoriadas mais de 70 instalações em diferentes bairros da cidade, abrangendo residências e comércios. No total, a companhia identificou 16 unidades com irregularidades em suas instalações elétricas, dentre eles um pequeno mercado com desvio dentro da caixa de medição, um empório de bebidas com desvio em alvenaria, uma escola de natação com um jumper entre saída e entrada, um açougue com bobina interrompida, dentre outros.
As equipes da distribuidora regularizaram as medições e realizarão os cálculos sobre a quantidade de energia desviada. Os respectivos valores serão repassados pela companhia aos responsáveis pelas fraudes. Também foram realizados cinco boletins de ocorrência e será instaurado inquérito para todas as lojas envolvidas com irregularidade na medição.
Inspeções como essas vem sendo intensificadas pela concessionária e contam com o apoio das autoridades policiais com o objetivo de coibir as ligações clandestinas e manipulações de medidores de energia. Entre janeiro e março de 2026, a CPFL Paulista identificou 3.703 irregularidades em toda a sua área de concessão.
A companhia, inclusive, investe continuamente em tecnologias de monitoramento e detecção de fraudes e furtos, como o uso de inteligência artificial que orienta operações mais assertivas e os sistemas de medição blindada para grandes clientes. No ano de 2026, até março, foram 4.126,3 MWh de energia recuperados em toda a área de concessão. A quantidade seria suficiente para abastecer aproximadamente 2 mil casas com quatro moradores durante um ano.
Além de sobrecarregar as redes elétricas, deixando o sistema de distribuição de energia mais suscetível às interrupções no fornecimento, os indivíduos que cometem o crime também estão colocando em risco as suas vidas.
Os atos de fraudar ou furtar de energia são crimes previstos no Código Penal, e a pena pode variar de um a quatro anos de detenção. Também são cobrados dos fraudadores os valores das tarifas referentes a todo o período em que ocorreu o roubo, acrescidos da devida multa. Além disso, as fraudes e furtos podem encarecer a conta de energia para todos. A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) distribui parte dos prejuízos causados pelas “perdas comerciais”, como são denominadas, para a tarifa da distribuidora detentora da concessão da área, no momento das revisões tarifárias.
A CPFL Paulista incentiva a colaboração da população para o combate às irregularidades por meio de denúncia anônima pelo app “CPFL Energia” ou o site www.cpfl.com.br/fraude.
(Divulgação/CPFL Paulista)
(Divulgação/CPFL Paulista)
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